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GH e o Esporte

Entenda o verdadeiro funcionamento do GH dentro do esporte e saiba a diferença entre um tratamento de GH e os suplementos vendidos em lojas!

Na última semana, recebi uma ligação um tanto quanto tentadora para ofensas, mas juro que me contive. Basicamente, o que aconteceu foi que uma velha amiga de infância da família me ligou para que eu pudesse passar algumas informações para um guri, filho de uma amiga dela. Já pensando no que viria a tona, decidi ouvir o que a criança tinha para falar.
Ela queria basicamente saber se eu conseguiria o hGH de uma empresa famosa na qual não vou citar o nome obviamente. Entre pensamentos de palavrões e coisa do tipo, respirei fundo e decidi explicar na verdade o que ocorria. E é basicamente essa explicação que quero deixar aqui, esclarecendo talvez algumas dúvidas de leigos, para que os mesmos não sejam enganados em lojas de suplementos por aí.
GH é um hormônio peptídico secretado pela hipófise, na qual, na fase infantil e púbere tem como principal função a hipertrofia e hiperplasia de alguns tecidos no corpo, como o muscular e, obviamente o ósseo. Porém, com o passar dos anos, e após a sínfise óssea ser “fechada” o GH é secretado em menores proporções, aliás, proporções essas que passam a ser consideradas basicamente nulas para algum efeito visual.

O GH sofre forte opressão a insulina e, provavelmente por isso, que nos anos de evolução o homem passou a adotar mecanismos de secreção nos períodos noturnos, perante a uma certa hipoglicemia e menor ação insulínica no corpo. Talvez por isso também que o exercício físico seja um ótimo estimulante aos níveis endógenos de produção de GH. Em tempo, este é o momento que o homem adulto mais produz GH, diga-se de passagem.
O GH é utilizado em púberes de maneira exógena para aumentar as taxas de crescimento ósseo nos indivíduos com algum distúrbio. Isso já confere um valor relativamente alto de tratamento e muitas vezes incerto.
Porém, o GH apesar de relativamente anabólico, é um hormônio capaz de não só promover a lipólise, mas acabar e consumir o adipócito em si, conferindo literalmente um aspecto mais seco e com um percentual de gordura muito mais baixo. E é justamente por isso que a maioria dos fisiculturistas utilizam de maneira exógena este poderoso e potente hormônio.
Acontece que um ciclo de GH envolve muito dinheiro. E, o que um ciclo de “arroz e feijão” de 10 semanas pode envolver R$1.000,00, um ciclo de GH envolve cerca de 2 ou 3 mil reais. Isso, sem contar as outras drogas utilizadas, como as mais conhecidas (normalmente testosterona, insulina e trenbolona), o acompanhamento médico e, claro diria eu que fatores de crescimento, que são tão importantes quanto o GH em si e que somente um médico extremamente qualificado consegue combiná-los de forma anabólica.
Então, isso já seria um primeiro passo a desconfiar desse tipo de produto vendido em lojas de suplementos. Mas isso seria muito pouco se não contássemos que o GH, como dito, é um hormônio peptídico, ou seja, feito de aminoácidos. Assim como a insulina, ele não pode passar pelo trato GI, visto que será totalmente hidrolisado. Isso então, faz com que sua única forma de utilização seja mesmo por meio de injeções.
Mas calma… Supondo que a nano tecnologia exista efetivamente nesse assunto que pudéssemos ingerir este produto de maneira oral e ter seus efeitos, então, por que um tratamento com GH custaria pelo menos 3 ou 4 mil reais por mês e um pote deste “suplemento” custaria 100 ou 200 reais??? Um pouco contraditório, não acham?
Verdade seja dita: Estes são apenas suplementos precursores, ou seja, suplementos com matérias primas para a produção de GH. Porém, estas substâncias, naturais, diga-se de passagem, não necessariamente serão convertidas em GH. Seria muito fácil caso o corpo pensasse assim.
Fique esperto! Não caia em lorotas. As melhores maneiras de estímulo de GH ainda são pelo exercício físico, o repouso noturno adequado e, claro, uma dieta coerente!
No esporte, o GH é usado por três principais motivos:
- Aumento de síntese protéica;
- Aumento da lipólise;
- Aumento da recuperação muscular.
Muitos mitos cercam o GH, porém a veracidade dos mesmos ainda é questionada por especialistas da área. Um deles é o possível aumento de força.
Alguns dos efeitos colaterais do GH são:
- Crescimento de outros tecidos do corpo (nariz, mãos, pés, mandíbula);
- Doenças tiroidianas;
- Impotência sexual;
- Fechamento prematura das epífises ósseas nos púberes;
- Hiperlipidemia;
- Desordens menstruais;
- Aspereza dérmica;
- Diabetes.
Bons treinos!
Artigo escrito por Marcelo Sendon

OVERTRAINING – Conheça seus Sintomas e Sugestões

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Na medida certa o exercício físico provoca várias alterações fisiológicas, metabólicas, musculares e psicológicas que melhoram a qualidade de vida do indivíduo. Porém, no sentido inverso, o excesso pode provocar uma doença que torna esse mesmo indivíduo cansado, desanimado, fadigado, inapetente, suscetível às lesões e o faz desistir de fazer exercícios.
OVERTRAINING significa uma sobrecarga ou um excesso de estimulação: um aumento muito rápido do número ou da intensidade das sessões de treinamento, instruções forçadas de movimentos tecnicamente muito difíceis, métodos de programas de treinamentos unilaterais ou muito intensos, pausas de recuperação insuficientes, alimentação deficiente e outros distúrbios (vide keul 1978, Findeisen/Linke/Pickenhain 1976, Israel 1976).
O overtraining era uma doença associada somente a atletas profissionais e amadores. Porém, atualmente, o culto ao corpo perfeito está desenvolvendo essa doença nos frequentadores de academias, principalmente no verão, quando muitas pessoas fazem dietas hipocalóricas e ficam horas na academia, com a doce ilusão que irão “secar” e “ganhar” massa muscular rapidamente.  Nessa busca incessante pelo corpo “sarado” muitos exageram e acabam ficando doentes e desistem de se exercitar e, assim não conseguem sequer chegar perto dos seus objetivos.
O excesso de treinamento pode ser distinguido em basedovóideo (SIMPATICOTÔNICO) e adisonóideo (PARASSIMPATICOTÔNICO):
OVERTRAINING BASEDOVÓIDEO (SIMPATICOTÔNICO): Caracteriza-se pela predominância de processos de estimulação e intensa atividade motora. A recuperação após as atividades (cargas) é insuficiente e retardada. É facilmente diagnosticado, pois o indivíduo sente-se doente e com diversos sintomas característicos (segundo israel 1976):
Suscetibilidade à fadiga, excitação, distúrbios do sono, inapetência, perda de peso, tendência ao suor, suor noturno e mãos úmidas, olheiras, palidez, dores de cabeça frequentes, taquicardia, variação da pressão arterial, maior frequência cardíaca de repouso (FC), aumento do metabolismo, temperatura corporal levemente aumentada, dermografismo vermelho e difuso, retorno lento/retardado da (FC) ao seu valor inicial após atividade física, comportamento usual da pressão arterial (PA), hirpepnóia anormal sobre atividade, hipersensibilidade sensorial (sobretudo acústica), pouca coordenação dos movimentos, redução do tempo de reação, reações erradas, tremor, recuperação retardada, intranquilidade interior, rápida estimulação, excitação, depressão.
OVERTRAINING ADINOSONÓIDEO (PARASIMPATICOTÔNICO): Caracteriza-se pela predominância de processos de inibição, fraqueza física e falta de atividade motora. O indivíduo não se encontra em condições de mobilizar a energia necessária para participar de uma competição ou realizar exercícios de alta intensidade que fazia antes. Essa forma de overtraining é mais difícil de ser reconhecida, pois quando em repousao não apresenta sintoma algum, os sintomas sobrevêm furtiva e inesperadamente (segundo israel 1976):
Leve fadiga (anormal), inibição, ausência de distúrbios do sono, apetite normal, peso constante, temperatura corporal normal, nenhum sintoma de cefaleia, bradicardia, metabolismo normal, temperatura corporal normal, retorno rápido da (FC) ao seu valor inicial após atividade física, aumento da PA (>100 Torr) durante e após atividades, nenhuma dificuldade respiratória, baixa coordenação dos movimentos (apenas sob atividades/cargas de alta intensidade), tempo de reação normal ou levemente maior, boa capacidade de recuperação, tranquilidade, humor normal.
Obs.: As medidas para tratamento de ambas as formas de overtraining devem ser avaliadas e orientadas por um médico especialista.
A seguir, (segundo Israel 1976):
Obs: A exclusão de todos os fatores sociais e biológicos que favorecem a instalação de um ou outro tipo de overtraining:
  

MEDIDAS PARA TRATAMENTO OVERTRAINING


OVERTRAINING BASEDOVÓIDEO (SIMPATICOTÔNICO): Grande redução do treinamento específico: resistência básica, nenhuma intensidade, e em casos mais difíceis, recuperação ativa: natação, jogos, ginástica de relaxamento, mudança de ambiente (de média altitude), leve radiação ultravioleta, massagens, banhos com variação de temperatura (bromo, Baldriam, etc.), sauna leve.
ALIMENTAÇÃO: Rica; alimentação básica enriquecida com polivitamínicos (A, B, C); proteínas até 2g/dia, eventualmente (RECEITADOS POR MÉDICO ESPECIALISTA) estomáquicos, psicofármacos, sedativos, tônicos, (álcool em pequenas doses-estomáquicos e sedativos), hipnóticos, psicoterapia: tranquilizante e de relaxamento.
Overtraining basedovóideo, quando corretamente tratado, pode ser resolvido num período de 2-3 semanas. Assim que os sintomas desaparecerem e o indivíduo sentir-se bem, pode-se retomar o treinamento específico, porém as atividades de treinamento devem ser periodizadas e aumentadas lentamente, a fim de evitar recaídas.

OVERTRAINING ADSONÓIDEO (PARASSIMPATICOTÔNICO): Redução do volume do treinamento, alternância no mesmo, treinamentos de intervalos e intensivo. Jogos, ginástica (exercícios de relaxamento e de força rápida), ambiente constante (mar, calor), luz, massagem (em beliscões), utilização drástica de água (jatos energéticos), banho de CO2, curtos períodos de sauna alternada com água fria, consumo total de energia.
ALIMENTAÇÃO: Adequada, ácida, rica em vitaminas e em proteínas, nenhum medicamento; café (0,2g de cafeína), psicoterapia: para ativação.
Overtraining adsonóideo, requer semanas ou até meses para ser eliminado. Após a retomada do treinamento, a carga deve atingir o seu valor inicial (antes da interrupção do treinamento) após umas seis semanas em ( em corroboração  Israel-1976).
Referências: Treinamento ideal – Jürgen Weineck

Musculação em Circuito “Uma forma diferente de reduzir alguns quilinhos”

Musculação em Circuito Uma forma diferente de reduzir alguns quilinhos 

Circuito é uma mistura de exercícios de musculação intercalados com aeróbicos, normalmente o treino dura em torno de 30 minutos até uma hora, mudando muito da disponibilidade de tempo da pessoa. O foco deste treino consiste em uma alternância de atividades de alta intensidade que seria na parte aeróbica e com a de baixa intensidade a musculação sem intervalos de descanso. No circuito, o treinamento tem a obrigação de ser planejado, onde você possa passar, por varias estações, podendo fazer dentro de uma variação de exercício, de  tempo, de um numero fixo de repetições determinadas pelo seu professor
Professores têm adotado o circuito como uma variação de prescrição de exercícios para seus alunos, pois foge muitas vezes da monotonia de alguns treinos prescritos na musculação tradicional.
A musculação em circuito pode trazer muitos benefícios, juntos atribuídos com os exercícios aeróbicos tais como os tradicionais nas salas de musculações das academias, esteiras, bicicletas verticais, horizontais, transport etc. O vinculo da musculação com o aeróbico melhora na diminuição do colesterol como a ate a relação do HDL(bom) e LDL ( ruim) também favorecido com o aumento da quantidade do HDL. Mais um dos benefícios é a diminuição no percentual de gordura.
O circuito pode ser realizado por qualquer pessoa que já tenha uma noção mínima de academia, que já tenha passado por todo o período de adaptação muscular, e aeróbica. Por ser um método de treinamento de media a alta intensidade, sem muitos intervalos de recuperação de frequência cardíaca, não devem ser prescritos, para alunos hipertensos e cardiopatas, pelo fato de terem que controlar a freqüência com intervalos de descansos muito mais prolongados.
O gasto calórico vai depender do nível de condicionamento físico do aluno, podendo gastar entre 350 a 500 kcal em aulas de  ate uma hora. Controlados a uma dieta balanceada, prescrita por uma nutricionista os resultados devem começar a aparecer a partir de 3 a 4 semanas de treinamento.

Aprenda a treinar com inteligência

Aprenda a importância de se alternar os treinamentos e exercícios em sua caminhada

Fazer um treino ser eficaz é o foco de todos que buscam bons resultados na musculação. Mas apesar disto, é comum notarmos que intensidade de treino é facilmente confundida com volume de treino ou com excesso de carga no treino, muitas vezes prejudicando não só os ganhos, mas gerando efeitos rebotes, como perda de massa muscular e acúmulo de gordura.
É importante saber treinar com inteligência para assim obter bons resultados em seus treinamentos. E foi com um ex-fisiculturista que aprendi isto.
Não é necessário que haja disponibilidade de grandes quantidades de pesos ou aparelhos para obter bons ganhos. É necessário treinar muitas vezes mais com a mente do que com as outras partes do corpo.
Por exemplo, é bom saber utilizar o que se tem em mãos para realizar diferentes treinamentos. Saber variações e técnicas de execuções de exercícios é primordial para um treino em algum lugar ou academia onde não se tem muito peso e/ou muitas opções. Neste tipo de caso, séries superlentas, exercícios funcionais e variações isoladoras são extremamente bem-vindas. Todavia, em academias, por exemplo, onde há bons recursos, aparelhagem e, o principal, o peso, é importante saber não gerar estímulos de overtraining, ou seja, não pecar pela quantidade e pelo volume excessivo e saber priorizar as cargas.
Lembra aquela velha regrinha de saber substituir alimentos de determinados grupos por suas devidas quantidades e porções? Então, isto segue exatamente a mesma lógica.
Aderir protocolos de treinamentos breves ou volumosos também deve estar coerente e de acosto com o protocolo de repetições, cargas, exercícios e séries que são realizados naquele treinamento específico.
Conclusão:
Utilizando a inteligência, é muito mais fácil adequar os métodos de treinamentos e buscar resultados sólidos com o que tem em mãos. Saiba caçar como gato quanto o cão não está disponível.
Por isto, não dê desculpas. Encare a sua realidade e busque o sucesso.

ASAE alerta para 65 suplementos com esteróides


Existem vários suplementos no mercado de hoje que existe em suas composições substancias anabólicas. Ou seja pequenas quantidade de anabolizantes propriamente ditos. Confira já a lista com 65 suplementos alimentares com anabolizantes.
“A empresa responsável pelo site Bodybuilding.com está a apelar à devolução de lotes de 65 suplementos nutricionais, destinados maioritariamente ao desporto amador praticado em ginásios, por suspeitas de conterem esteróides, substâncias farmacológicas cujas utilização e comercialização é proibida fora do circuito dos medicamentos. De acordo com a ASAE (Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica), estes suplementos poderão ter sido adquiridos por clientes de Portugal.” By: trasosmontes. Lista de suplementos em recolha:
4Ever Fit D-Drol
Advanced Muscle Science Dienedrone
Advanced Muscle Science Liquidrone UTT
Anabolic Xtreme Hyperdrol X2
APS (aka Advanced Muscle Science) Mastavol
APS (aka Advanced Muscle Science) Revamp
APS (aka Advanced Muscle Science) Ultra Mass Stack
APS (aka Advanced Muscle Science) Ripped Stack
Better Body Sports Finadex
Black China Labs Straight Drol
Black China Labs Straight Phlexed
Body Conditioning Solutions TestraFLEX
Bjorklund Methyldrostanolone
BOSC Enterprises Epi-Tren
BOSC Enterprises Magna Drol
Chaparral Labs Epivol
Chaparral Labs Pheravol-V
Competitive Edge Labs M-Drol
Competitive Edge Labs P-Plex
Competitive Edge Labs X-tren
Diabolic Labs Epio-Plex
Diabolic Labs Finabolic 50
Diabolic Labs Revenge
Ergopharm 6-OXO
Ergopharm 6-OXO Extreme
EST (aka Engineered Sports Technology) MethAnstance
Extreme Labs Susto-Test Depot
Fizogen ON Cycle II Hardcore
G.E.T/ (Genetic Edge Technologies) SUS-500
G.E.T/ (Genetic Edge Technologies) Tren-250
Hardcore Formulations T-Roid
I Force Nutrition 1,4 AD Bold 200
I Force Dymethazine/Reversitol Combo Pack
I Force Reversitol
I Force Nutrition 17a PheraFLEX
I Force Nutrition Dymethazine
I Force Nutrition Methadrol
IDS (aka Innovative Delivery Systems) Bromodrol
IDS (aka Innovative Delivery Systems) Grow Tabs TR
IDS (aka Innovative Delivery Systems) Mass Tabs
IDS (aka Innovative Delivery Systems) Oxodrol Pro
IDS (aka Innovative Delivery Systems) Ripped Tabs TR
IDS (aka Innovative Delivery Systems) Rapid Release
Ripped Tabs
Kilo Sports Massdrol
Kilo Sports Phera-Mass
Kilo Sports Trenadrol
Monster Caps Monster Caps
Myogenix Spawn
Nutra Coastal D-Stianozol
Nutra Coastal H-Drol
Nutra Coastal MDIT
Nutra Coastal S-Drol
Nutra Coastal Trena
Performance Anabolics Methastadrol
Performance Anabolics Tri-Methyl X
Purus Labs E-pol Inslinsified
Purus Labs Nasty Mass
Rage RV2
Rage RV3
Rage RV4
Rage RV5
Redefine Nutrition Finaflex 550-XD
Redefine Nutrition Finaflex Ripped
Transform Supplements Forged Extreme Mass
Transform Supplements Forged Lean Mass
IN DN

Conheça 3 grandes mitos ao fazer rosca direta

Um dos melhores exercícios para o bíceps é a rosca direta, porém algumas pessoas sofrem com mitos espalhados por ai. Saiba quais são para você não se preocupar

A rosca direta talvez seja o exercício mais eficaz e ao mesmo tempo mais utilizado para os bíceps. E, de fato, quando executada de forma correta, solicita grandemente os mesmos.
Conheça alguns dos grandes mitos que um dos exercícios mais básicos e completos para bíceps sofre!
Porém, alguns mitos ainda tendem a aparecer durante sua execução e hoje, vamos conhecê-los.
1 – Rosca direta com barra W não força os pulsos
Rosca direta com barra W simplesmente não é tão eficaz para os bíceps. Aliás, não solicita todas as porções do bíceps, utilizando muito mais os antebraços, por incrível que pareça.
Porém, alguns insistem em acreditar que o pulso torto exigido na barra W alivia a tensão na região! Grande mito. Esse tipo de pegada simplesmente faz com que os punhos fiquem em uma posição nada natural, podendo em alguns casos (como na rosca Scott) ocasionar problemas como tendinite. Por isso, opte pela barra reta que, apesar de “mais desconfortável” proporciona uma pegada mais eficaz e, claro, segura.
2 – Inclinar a coluna para trás e roubar é errado
Outro fator muito condenado são os roubos nessa região com a desculpa de sobrecarga na lombar. Ok, tenho que concordar que é extremamente prejudicial roubos errados. Mas, a meu ver, roubo errado seria apenas trancos na lombar.
Caso você proporcione um “balanço” leve, você consegue ajuda no roubo e, ao mesmo tempo evita trancos severos que podem lesionar a lombar.
Outro fator que deve ser levado em consideração é o tempo de experiência do atleta e, claro a carga utilizada. É ridículo ver pessoas iniciando na academia e roubando abundantemente na rosca direta ou em qualquer outro exercício.
3 – A fase excêntrica deve sempre ser lenta
Tudo bem que grande parte da hipertrofia deve-se a fase excêntrica dos exercícios, porém, a fase concêntrica também é importante.
Resumidamente, saber em qual focar ou, focar em ambas, vai depender do tipo de treinamento e do objetivo a ser alcançado. Por isso, executar de maneira mais rápida ou mais lenta somente é questão de tipo de método de treino adequados.
Artigo escrito por Marcelo Sendon

Whey Protein Glanbia – Vale a pena?

Com a popularização do Whey Proteina, várias marcas começaram a vendê-lo em sua forma de matéria-prima e a Glanbia é uma destas empresas! Será que este tipo de Whey Protein vale a pena?


O Whey protein é um dos suplementos mais conhecidos pelos praticantes de atividades físicas. Este suplemento trata-se basicamente da extração e diferentes formas de filtragem do soro do leite de vaca, conferindo um altíssimo valor biológico a essa proteína que, de natureza já é uma super proteína. Além disso, com as diferentes formas de filtragem, possibilitamos uma absorção muito melhor e muito mais rápida no trato gastrointestinal.
Recentemente, as indústrias ainda vem fornecendo processos de pré-digestão (hidrolizando parcialmente ou por completo as proteínas, resultando em peptídeos ou aminoácidos) ou acrescentando enzimas proteolíticas para acelerar o processo de digestão e absorção.
O Whey protein é utilizado não só dentro do esporte, mas em diversos casos em que os indivíduos necessitam de aporte protéico em sua dieta, podendo ser devido a patologias ou necessidades dietéticas específicas. Aliás, mais do que um suplemento, propriamente dito, o WP é considerado por muitos simplesmente como um alimento.

O fato é que no Brasil, Whey Protein é sinônimo de produto caro. E a partir disso, muitas marcas passaram a fabricar proteínas com matérias primas de baixa ou menor qualidade, além de procedimentos não muito convenientes, conferindo um valor relativamente menor ao produto. Além disso, naturalmente a tecnologia de extração e microfiltragem da proteína de algumas empresas são melhores do que em outras. O resultado pode ser observado em wheys que variam de R$40,00 a R$220,00.
Diante de tal situação, os brasileiros passaram a aderir proteínas diretamente de sua matéria prima, de diversas marcas como Glanbia, Hilmar e outras. Isso significa a grosso modo que o que é consumido é o soro do leite sem processos industriais, ou seja, sem adição de vitaminas, sem filtragens específicas, sem adição de enzimas, sem adição de minerais, espessantes, adoçantes ou qualquer coisa. É a matéria-prima, propriamente dita. Mas, será que esse whey tem a mesma qualidade dos produtos industrializados?
Obviamente não! Apesar dessas empresas realmente serem fornecedoras de matéria-prima para grandes empresas industrializadoras de WP, como a Optimum, Universal e outras, devemos ter certo cuidado. O primeiro fator que devemos levar em consideração são as falsificações decorrentes destes produtos que, claro, acontecem com muito mais facilidade e freqüência. Wheys que deveriam apresentar concentrações de 80% podem chegar a apresentar 15% ou 20% de concentração, assim como no LEITE, propriamente dito. O segundo fator é o quesito adição de outros agentes no produto, como já citado anteriormente. E por fim e mais grave de tudo, as questões higiênico sanitárias que não são respeitadas com esses produtos. Vemos indivíduos ensacando esses produtos que, por mais higiene que haja, ainda estão distante dos padrões de leis. A manipulação não é controlada e muito menos feita em laboratórios credenciados.
Além disso, diversas especulações e análises mostram que outros compostos são adicionados nesse meio, variando desde leite em pó até mesmo FARINHA. SIM, FARINHA que usamos pra fazer bolos e outras receitas.
Acordem! Até mesmo o leite que possui uma exigência de qualificação super alta e consumo é tão alto pela população, conseguiu a um tempo atrás ser falsificado com SODA CÁUSTICA (prejudicial à saúde) sem que ao menos pudessem perceber a primeira vista. Quem dirá então uma proteína que se quer TEM registros e passa pelas mais diferentes mãos, não é mesmo?
Fora que, e as condições de transporte desta proteína? E as condições envasamento, embalagem… Será que elas seguem os padrões da ANVISA? NÃO, certamente NÃO!
O resultado disso tudo é realmente um produto com ¼ do valor de um produto de loja, mas com grandes chances de contaminação de microorganismo, patógenos, agentes químicos, contaminações físicas e outros inconvenientes. Além disso, você perde bruscamente a qualidade da proteína de rápida absorção, justamente por não haver tecnologia como nas empresas.
Mas, se você ainda questiona o preço, que tal então economizar com diversos aspectos na vida e no esporte? Vejo indivíduos se entupindo de pré-treinos caros e de puro placebo e investindo nesse tipo de proteína. Ou pior, investindo em suplementos diversos que são um grande placebo com um preço assustador…
Não consigo conceber a idéia de indivíduos que gastam uma fortuna em suplementos tão a base de marketing e depois se justificam dizendo que não tem dinheiro para manter uma dieta coerente e uma suplementação básica descente. Alguém pode me dizer o fundamento de dar R$200,00 em dois pré-treinos para 1 a 1 e ½ mês e utilizar whey matéria-prima e não manter uma dieta boa? Desculpem, mas mais importante do que um rótulo, a proteína, propriamente dita é muito mais importante. E isso reforça ainda mais se usá-la da melhor maneira possível.
Melhor: Que tal deixar o dinheiro das saidinhas de FDS um pouco mais de lado e no final do mês fazer uma boa compra? Lembre-se que nada vem sem um pouco de sacrifício e esforço! Não vejo necessidade de sair e gastar uma fortuna com álcool e ainda querer investir em um suplemento barato. Se for assim, que gaste tudo como preferir e seja feliz, ao invés de PERDER DINHEIRO querendo correr atrás de um prejuízo seu.
Vejam, não estou falando que apenas wheys caros, isolados e hidrolisados são bons e que somente eles dão resultados, mas sim, que devemos ter coerência com o tipo de produto que estamos utilizando, seja concentrado, isolado, hidrolisado, 3W, 4W, 5W, 6W ou o que for… Devemos ter ciência da procedência do que estamos consumindo para assim não continuarmos sendo tão enganados.
Resumidamente, o Whey matéria-prima, de qualquer marca, não é uma opção segura e tampouco conveniente para os consumidores. Para isso, dirija-se a lojas com produtos credenciados e certificados sempre. Não se deixe levar por esse tipo de modismo!